Cases / Porto do Itaqui
Porto do Itaqui: o monitoramento ambiental de um porto, campanha a campanha
Água, sedimento e vida aquática medidos em campo e no laboratório, com cada resultado ligado à amostra de origem e comparado com a norma.
Contexto
O Porto do Itaqui mantém um programa de monitoramento ambiental da biota aquática ao redor das suas instalações. O programa funciona em campanhas periódicas de amostragem em campo, seguidas de análises em laboratório, ao longo do tempo.
O desafio
Cada campanha gera centenas de medições, em 7 pontos de amostragem, na maré alta e na maré baixa, na superfície e no fundo. Os resultados de laboratório chegam depois e precisam voltar exatamente para a amostra certa, para que a série histórica de cada ponto seja confiável.
O que o sistema acompanha
- Água, em campo: temperatura da amostra e do ambiente, pH, transparência e oxigênio dissolvido, por maré e por profundidade.
- Água, em laboratório: salinidade, pH, oxigênio dissolvido, óleos e graxas, compostos orgânicos e agrotóxicos.
- Sedimento: granulometria (de argila a pedregulho), potencial redox, carbono orgânico total, nitrogênio e fósforo; metais e hidrocarbonetos comparados aos limites da Resolução CONAMA 454/12.
- Biota aquática: levantamento das comunidades biológicas, como o fitoplâncton, para acompanhar a saúde do ecossistema ao redor do porto.
O que fizemos
- Formulários no smartphone para o registro em campo, com posição GPS e fotos, vinculados a cada amostra antes de ela seguir para o laboratório.
- Um aplicativo de banco de dados que controla as campanhas e liga os resultados do laboratório às amostras retiradas em campo.
- Menos papel e menos erro de identificação, com o histórico completo de cada ponto, campanha após campanha.
